Nós que já fizemos as pazes com Deus devemos ser como o Evangelista D.L Moody. Quando sentiu que a morte estava próxima, disse: “A terra recua, o céu abre-se diante de mim”. Parecia que estava a sonhar, mas ele disse logo: “Não, isto não é um sonho… é belo, é como um arrebatamento. Se a morte é isto, então é doce. Não existe aqui qualquer vale. Deus está a chamar-me, e eu tenho que ir”.
Quando já o consideravam morto, Moody reanimou-se de repente para indicar que Deus lhe tinha permitido ver para além desse ténue véu que separava o mundo visível do invisível. Ele havia estado “dentro dos portões, depois do átrio”, e tinha visto de relance rostos familiares que “há muito amava e perdera por algum tempo”. Depois, recordou-se do que havia dito em alta voz no princípio do seu ministério “Um dia lereis no jornais que D.L Moody, de Northfield, morreu. Não acrediteis numa palavra dessa notícia. Nesse momento, estarei mais vivo do que agora. Terei subido mais alto, simplesmente – terei saído deste velho invólucro de barro para uma casa verdadeiramente imortal, um corpo que a morte não pode tocar, que o pecado não pode corromper, um corpo semlhante ao Seu corpo glorioso… Aquilo que é nascido da carne tem de morrer. O que é nascido do Espírito viverá para sempre” (The Life of Dwight L. Moody, por W.R Moody).
Billy Graham in “Anjos”
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